Quando o ombro é o mais importante

Nessa época de pandemia cabe bem uma frase do Moacyr Franco, quando diz que não adianta nada ter coração se você não pode oferecer o ombro a um amigo que precisa.

Continuamos lamentado mortes e falando de amigos que estão em apuros nos hospitais, mas em momento algum, a maioria de nós, faz uma ligação aos familiares perguntando se precisam de ajuda.

Nesse momento existe muita gente sem comida em casa e com criança para alimentar. Pai e mãe podem estar no hospital e as crianças com os avós ou tios, que também não tem muito a oferecer.

Vamos deixar claro, aqueles que estão empregados e que conseguem se manter são privilegiados. Cortes de energia e linha telefônica, com raras exceções de algumas empresas, ainda estão acontecendo. A maioria não tem como pagar esse tipo de conta. O desemprego é gigante e os que possuem pequenas empresas e pequenos comércios estão em grandes dificuldades, grandes empresas começam a dar sinais de estresse.

Quem tem privilégios, de estar bem empregado, vive numa redoma, mas daqui a pouco ela se quebra. Está cada dia ficando mais difícil e a roda da economia começa a patinar.

Se eu não recebo, não gasto, o comércio não vende e a indústria vai parando de produzir. Pronto, não adianta ter produtos, mesmo barato, nas prateleiras, se o povo não tiver dinheiro para comprá-los.

É hora de deixar o coração e o cérebro de lado e oferecer o ombro aos amigos, a ajuda. Acredite, chegou a hora do ombro amigo, caso contrário vamos ter sérios problemas, a fome já é uma vergonhosa realidade.

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